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Cacaso

Cacaso

Compositor Natural de Uberaba Nasceu em 13 de março de 1944 Falecido em 27 de dezembro de 1987 Gênero musical: Música popular brasileira
Biografia

Antonio Carlos Ferreira de Brito.

Letrista. Poeta. Escritor. Ensaísta.

Filho de Carlos Ferreira de Brito e Wanda Aparecida Lóes de Brito.

Mineiro, nasceu em Uberaba e passou a infância em Alfredo de Castilho e Barretos, interior de São Paulo.

Aos 11 anos, foi morar no Rio de Janeiro. Aos 12, chegou a ser matéria de jornal, por causa de suas caricaturas de políticos e personagens da vida pública, prática que cultivaria por toda a vida. Costumava ilustrar seus poemas, crônicas e letras de músicas com nanquim e lápis de cera.

Estudou violão clássico.

Cursou Direito e formou-se em Filosofia pela UFRJ. Fez pós-graduação na USP. Lecionou teoria literária e literatura brasileira na PUC e na Escola de Comunicação da UFRJ. Foi também crítico e ensaísta.

Teve dois filhos: Pedro de Brito, do primeiro casamento com a antropóloga, professora e pesquisadora Leilah Landim Assumpção de Brito, e Paula, do segundo casamento com a cantora Rosa Emília Machado Dias. Pedro de Brito (jornalista), assim como o pai, seguiu a carreira de poeta, tendo publicado alguns poemas no Jornal de Letras e Artes. Como jornalista, Pedro de Brito, especializou-se na área de música, tendo atuado em vários jornais: Jornal do Brasil, O Estado de São Paulo, Gazeta Mercantil e no jornal O Dia, assinando Pedro Landim.

Em 1967, José Álvaro Editor publicou de Cacaso (ainda usando o nome Antônio Carlos de Brito), “A palavra cerzida”, seu primeiro livro de poemas, que já havia sido publicado nas principais antologias da nova poesia brasileira.

Publicou artigos em vários jornais, entre eles, Jornal do Brasil, Folha de São Paulo, Jornal Movimento e Jornal Opinião.

Publicou os livros de poesias “Grupo escolar” (1974), “Beijo na boca” (1975), “Segunda classe”, em parceria com Luís Olavo Fontes (1975), “Na corda bamba” (1978), “3 poetas” (c/ Eudoro Augusto e Letícia Moreira de Souza – Centro di  Estudios Brasilenos –  Lima, Peru, 1979), “Mar de mineiro” (1982) e a coletânea “Beijo na boca e outros poemas” (1985).

Pouco antes de falecer, vitimado por um infarto do miocárdio, estava trabalhando junto com Edu Lobo e Ruy Guerra em um roteiro sobre Canudos. Anos depois, em 1997, Edu Lobo, em homenagem ao poeta, incluiu uma das parcerias de ambos, “Canudos”, no filme homônimo de Sérgio Rezende.

Em 1997, foi editada pela UNICAMP/UFRJ uma coletânea de seus ensaios, poemas inéditos, crônicas e artigos publicados em jornais intitulada “Não quero prosa”, com seleção e organização de Vilma Arêas e lançada na Bienal do Livro no Rio de Janeiro.

Compôs em parceria com Nelson Ângelo o musical “Táxi”, ainda inédito.

No ano 2000, a editora Sette Letras reeditou “Beijo na boca”.

Em 2002 foi publicado pela Editora Sette Letras e Cosac & Naify, a antologia “Lero lero”, sua obra poética reunida, incluindo sete livros seus e ainda parte de um material que estava inédito (poemas e desenhos). O livro fez parte da coleção “Às de colete” e foi lançado na Livraria da Travessa, no Rio de Janeiro. Ainda em 2002, os jornalistas Renato Fagundes e Paulo Mussoi produziram o filme de animação digital “Cidadelas”, baseado em poemas sobre Canudos (‘Auto de Canudos’) deixados pelo poeta e nunca publicados, além de desenhos sobre o mesmo tema. A trilha sonora do curta-metragem foi composta por Igor Araújo, com base nos poemas de Cacaso.

Em novembro de 2004 foi relançado o livro “Na corda bamba”, desta vez com ilustrações do cineasta e amigo José Joaquim Salles. As ilustrações eram para ser entregues para a primeira edição em 1978, mas só ficaram prontas 26 anos mais tarde. O convite para o que Joaquim Salles ilustrasse o livro foi feito no ano de 1975, quando Cacaso, em Paris, visitou o ex-colega de faculdade de Filosofia, que por esta época encontrava-se exilado na França. Como as ilustações não ficaram prontas a tempo, o livro foi publicado com ilustrações do filho Pedro Landim, então com sete anos. Na reedição do “Na corda bamba” o ilustrador José Joaquim Salles contou com a colaboração do próprio filho, o designer gráfico Tomás. Sobre as novas ilustrações José Joaquim relatou: “Se Cacaso fosse vivo, provavelmente usaria o computador para compor e divulgar sua poesia. Tenho certeza de que estaria ao meu lado fazendo um livro com esta nova ferramenta”.

Sua obra de letrista foi objeto de dissertação de mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O poeta deixou mais de 20 cadernos, muitos deles em forma de diários, com poemas, fotos e ilustrações.

 

Dados Artistícos

Em 1963, o grupo Os Cariocas gravou “Carro de boi”, parceria de Cacaso com Maurício Tapajós. Três anos depois, em 1966, juntamente com Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho, compôs a trilha sonora para a ópera popular “João Amor e Maria”, de autoria do próprio Hermínio Bello de Carvalho. A ópera, dirigida por Kléber Santos e Nélson Xavier, teve no elenco Betty Faria, Fernando Lébeis, José Damasceno, José Wilker e Cecil Thiré, além do quarteto vocal MPB-4, cenários de Marcos Flaksman e encenada no Teatro Jovem. Desta ópera, com disco lançado pela gravadora Mocambo/Rosemblit, destacam-se “Luta danada”, “Tira o peixe do mar”, “Tempo bravo”, “Jangada”, “Foi milagre” e “Não adianta não”, todas em parceria com Maurício Tapajós, e, ainda, “Modinha”, em parceria com Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho.

Em 1967, no LP “Samba… No duro – volume I” (Odeon), sua composição “Aurora de paz” (c/ Elton Medeiros), foi gravada pelo grupo Os Cinco Crioulos, integrado por Paulinho da Viola, Elton Medeiros, Anescarzinho do Salgueiro, Jair do Cavaquinho e Nelson Sargento. Neste mesmo ano Elizeth Cardoso regravou “Modinha” (c/ Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho) no LP “A enluarada Elizeth”, lançado pela gravadora Copacabana. Por esta época, o poeta ainda assinava Antônio Carlos de Brito.

No ano de 1968, “Meu carnaval” (Elton Medeiros e Cacaso) foi gravada por Paulinho da Viola.

Na década de 1970, foi um dos principais teóricos e ativistas da chamada “Geração mimeógrafo”, que editava seus livros de poesia de forma artesanal.

No ano de 1975, Sueli Costa gravou “Dentro de mim mora um anjo”, canção incluída na trilha sonora da novela “Bravo”, da Rede Globo e, mais tarde, regravada com sucesso por Fafá de Belém. Por essa época, suas composições foram gravadas por diversos intérpretes da MPB: Maria Bethânia (‘Amor, amor’no LP “Pássaro Proibido”, de 1976), Simone (‘Face a face’) – ambas em parceria com Sueli Costa –  e o grupo A Barca do Sol registrou “Cavalo-marinho” (c/ Nando Carneiro, 1979). Ainda na década de 1970, Olívia Byington regravou “Cavalo-marinho” (no LP ‘Corra o risco’, em 1978) e Milton Nascimento regravou “Carro de bois” (c/ Maurício Tapajós) no LP “Gerais”, em 1976.

Em 1976 iniciou parceria com Edu Lobo. No LP “Limite das águas”, foram incluídas três composições de ambos: “Toada”, “Gingado dobrado” e “Uma vez um caso”, esta última com a participação especial de Joyce. Dois anos mais tarde, no disco “Camaleão”, Edu Lobo incluiu várias parcerias da dupla: “Descompassado”, “Coração noturno”, “Canudos”, “Sanha na mandinga”, “Branca Dias” e o sucesso “Lero-lero”. Por essa época, compôs também em parceria com Edu Lobo a trilha sonora da peça “O Santo Inquérito”, de Dias Gomes. A peça, com direção musical de Dori Caymmi, estreou no Teatro Tereza Raquel com direção cênica de Flávio Rangel, tendo no elenco Carlos Vereza, Cláudio Marzo, Ítalo Rossi e Isabel Ribeiro (como Branca Dias). Logo depois Nana Caymmi gravou “Branca Dias” (c/ Edu Lobo) e “Eu te amo” (c/ Sueli Costa). Ainda em 1976, Dóris Monteiro no LP “Agora” interpretou “Flauta de lata”, parceria com Sueli Costa. Neste  mesmo ano Paulo Moura no disco “Confusão Urbana Suburbana Rural” gravou “Pedra da Lua” (Toninho Horta e Cacaso).

No ano de 1978, a gravadora Philips lançou o LP “Transversal no tempo”, de Elis Regina, com músicas gravadas ao vivo no show homônimo. No disco constou uma parceria sua com Lourenço Baeta, “Meio-termo”. No ano seguinte, Lourenço Baeta gravou em seu primeiro LP, lançado pela Continental Discos, várias parcerias com Cacaso: “Feito mistério”, “Santa Marina”, “Festa no céu” , “Meio-termo” e “Dia dos pais” (c/ Lourenço Baeta e Sidney Mattos). Ainda em 1979, Nana Caymmi gravou “Sem fim”, parceria com Novelli.

Na década de 1980, vários outros intérpretes e parceiros gravaram suas composições: Elba Ramalho interpretou “Cartão-postal” (c/ David Tygel) e o grupo Boca Livre registrou “Pedra da lua” (c/ Toninho Horta), “Feito mistério” (c/ Lourenço Baeta) e “Um canto de trabalho” (c/ Nelson Angelo). Por essa época, outros artistas também interpretaram suas composições: “Dinheiro em penca” (c/ Tom Jobim), com Chico Buarque e Tom Jobim; “Lambada de serpente” e “Morena de endoidecer” (c/ Djavan) e ainda “Triste Baía da Guanabara” (c/ Novelli), as três interpretadas por Djavan. Francis Hime gravou algumas parcerias com o poeta, entre elas: “Cabelo pixaim”, “Meio demais”, “Baião de jeito”, “Elas por elas”, “Marina morena” e “Grão de milho”. Ainda no ano de 1980 Maurício Tapajós, no LP “Olha Aí” (Selo Saci), interpretou “Falando de cadeira”, parceria de ambos. Neste mesmo ano a cantora Guadalupe lançou o LP “Princesa do meu lugar”, pela RCA, no qual gravou “Francamente (A razão me diz que não)” de Toquinho e Cacaso. A cantora e compositora Ana de Hollanda gravou “Resto de lembrança” (c/ Novelli) e “Boca de cereja” (c/ Nélson Angelo) no LP “Ana de Hollanda”, lançado pela gravadora Estúdio Eldorado. Tambémno ano de 1980 Toninho Horta e Orquestra Fantasma regravaram no LP “Terra dos Pássaros” a composição “Pedra da Lua”.

Em 1981, Joyce gravou “Beira rio” (Joyce e Cacaso). No ano seguinte, Tom Jobim e Miúcha gravaram “Nó cego” (Toquinho e Cacaso). Neste mesmo ano, a cantora e atriz Beth Goulart, em seu LP “Passional”, regravou “Cavalo-marinho” e a cantora Amelinha, no LP “Mulher nova, bonita e carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor” interpretou “Profunda solidão” (Novelli e Cacaso), e Zé Renato, no LP “A fonte da vida”, incluiu “Volta do mundo” e “A fonte da vida”, ambas parcerias de dele com Cacaso.

Em 1983 o parceiro Novelli gravou as composições “Teia de aranha”, “Profunda solidão” e “Sem fim”, pacerias de ambos, no LP “Canções brasileiras”, lançado pelo selo francês Maracatu. mNo ano posterior, em 1984, Filó gravou no disco “Canto fatal” duas parcerias de ambos, “Perfume de cebola” e “Cavalo do cão”. Neste mesmo ano, Nelson Ângelo gravou, em Paris, o LP “Mineiro pau”, disco no qual constaram algumas parcerias com Cacaso, inclusive a faixa-título. Ainda em 1984 fez letras para músicas de Edu Lobo, Novelli e João Donato, incluídas na trilha sonora do musical infantil “Joana, a menina dos sinos”, de Lígia Diniz. No ano seguinte, em 1985, Olívia Hime gravou “O fio da meada”, uma das muitas parcerias do poeta com Francis Hime. Por essa mesma época, o parceiro Francis Hime gravou “Se porém fosse portanto” e “Terceiro amor”.

Selma Reis, em 1986, interpretou “O que será que serei” (Nelson Ângelo e Cacaso). Neste mesmo ano ao lado de Rosa Emília (voz) e Nelson Angelo (piano e voz), com direção de Túlio Feliciano, apresentou o show “Carta ao Brasil”, na Sala Funarte Sidney Miller, no Rio de Janeiro, em show no qual declamou vários de seus poemas, também acompanhado pelo grupo Nó Em Pingo D’Água, integrado por Rogério Souza (violão), Marcos Suzano (pandeiro), Mário Séve (sax) e Pedro Amorim (bandolim).

No ano de 1987, Olívia Byington gravou, pela Continental, o LP “Moda sentimental”, no qual incluiu “Clarão”, parceria de Olívia Byington e Cacaso. Neste mesmo ano, ao lado de Sueli Costa (violão e voz) participou do “Projeto Brahma Extra – O Som do Meio Dia – Grandes Compositores”, gravado em outubro de 1987 no Teatro Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, no qual, entrevistado pelo parceiro Maurício Tapajós, falou da carreira de letrista e de seus livros, além de declamar versos. Na ocasião, sua esposa, a cantora Rosa Emília participou do evento interpretando a composição inédita “Dona Doninha”, de Cacaso e Sueli Costa. No ano seguinte, em 1988, foi lançado, pelo Selo Grapho, o LP “Ultraleve”, de Rosa Emília (sua esposa), disco no qual o poeta vinha trabalhando desde 1986. Neste trabalho, produzido por Cacaso, figuraram nove composições suas em parcerias com Rosa Emília (‘Árvore mágica’), Nelson Angelo (‘Maria Demais’ e ‘Na subida da ladeira’), Jacques Morelenbaun (‘Ultraleve’), Novelli (‘Triste Baía da Guanabara’) e Sueli Costa (‘Dona Doninha’). O disco contou com a participação de Moreira da Silva, interpretando, juntamente com Rosa Emília, o samba “Deixa o barraco rolar” (Rosa Emília, Nelson Ângelo e Cacaso) e Sérgio Santos em dueto com a cantora na faixa “Lambada de serpente” (c/ Djavan), além da faixa “Amambai”, música e letra de Cacaso. Milton Nascimento, no LP “Miltons”, regravou “Sem fim” (Novelli e Cacaso), cuja gravação contou com a participação especial do pianista americano Herbie Hancock. Neste mesmo ano sua composição “Cinema antigo” (c/ Sueli Costa) foi interpretada por Alaíde Costa no LP “Amiga de verdade”.

Em 1989, a gravadora Philips relançou em CD “Transversal do tempo”, de Elis Regina, anteriormente lançado em LP, que contém uma parceria de Cacaso com Lourenço Baeta, “Meio-termo”.

Em 1991, Beth Carvalho, no LP “Intérprete”, incluiu “Agradecer”, composição de Cacaso em parceria com Sueli Costa. Neste mesmo ano Toninho Horta no CD “Moonstone” regravou “Pedra da Lua” como título de “Moonstone”. No ano seguinte, em 1992, Muri Costa gravou “Chega de tarde”, parceria de Cacaso com Danilo Caymmi, lançado em CD produzido pela Leblon Records. Um ano depois, pelo Selo Niterói Discos, o cantor Errol regravou “Dona Doninha” (Sueli Costa e Cacaso). Neste mesmo ano de 1994 João Bosco, no disco “Na onda que balança”, gravou “Liberdade”, parceria de ambos.

No ano de 1995, a Lumiar Discos lançou o Songbook de Edu Lobo, no qual incluiu “Lero-lero”, interpretada pelo grupo Garganta Profunda. No ano posterior, Aldir Blanc, em 1996, registrou, em seu disco “Aldir Blanc 50 Anos”, a composição “Vim sambar”, composta por Cacaso, Aldir Blanc e João Bosco, com interpretação do grupo Arranco de Varsóvia.

Em 1998, o grupo Boca Livre lançou “Song Boca”, disco comemorativo de 20 anos de carreira. Neste disco, Chico Buarque participou interpretando “Feito mistério” (Lourenço Baeta e Cacaso). Neste mesmo ano o grupo de choro Nó Em Pingo D’Água (Mário Sève: flauta, sax soprano, wind controller, Rodrigo Lessa: violão, Rogério Souza: violão e arranjo, Papito: baixolão) gravou “Tristorosa”, choro de Villa-Lobos letrado por Cacaso e interpretado por Leila Pinheiro. No ano seguinte, em 1999, Nana Caymmi regravou “Chega de tarde” (Danilo Caymmi e Cacaso) no CD “Resposta ao tempo”, lançado pela EMI. Ainda neste ano, Ito Moreno interpretou “Lambada de serpente” (Djavan e Cacaso), no LP “De onde vem o baião”, lançado pela gravadora Velas.

No ano 2000, o cantor paulista Carlos Navas gravou no CD “Sua pessoa” uma composição inédita de Cacaso com Zé Renato, “Lua de vintém”. A compositora Sueli Costa lançou o CD “Minha arte”, no qual constaram alguns títulos da dupla, entre eles “Dona Doninha” e a inédita “Senhora de si”. Neste mesmo ano Sueli Costa,no CD “Minha Arte”, interpretou “Senhora de Si” e “Dona Doninha”, parcerias de ambos. Ainda no ano 2000 Mario Adnet, no CD “Villa-Lobos Coração Popular”, regravou “Tristorosa” (Heitor Villa-Lobos – Cacaso) e o parceiro Nélson Angelo lançou um disco somente com parcerias de ambos, intitulado “Mar de Mineiro – Parcerias com Cacaso”, com 13 faixas: “Terra à vista”, “Ave ave”, “Mar de mineiro”, “Marinheiro sem mar”, “De uma vez por todas”, “Quando eu vi o mar”, “A fonte a fonte”, “Dinhêru”, “Dito e feito”, “Pena de paixão”, “Veridiana Veridiana”, “Na subida da ladeira” e “Profundamente”.

No carnaval de 2001, o bloco Flor do Sereno, do bar Bip Bip, em Copacabana, desfilou com três marchas, sendo uma delas, “Marcha regresso”, de Elton Medeiros, Maurício Tapajós e Cacaso. Elton Medeiros regravou “Aurora de paz” (Elton Medeiros e Cacaso), que deu título ao disco, lançado pela gravadora Rob Digital. Ainda em 2001, o cantor Augusto Martins interpretou “Lambada de serpente” no disco “Me leve… Na batida de Djavan”, música também regravada pelo cantor Belo. Nesse mesmo ano, Lucinha Lins regravou “Dentro de mim mora um anjo”, “Agradecer”, “Face a face” e “Amor, amor”, todas em parceria com Sueli Costa, no CD “Canção brasileira” (sobre a obra de Sueli Costa) que inicialmente foi lançado como disco-brinde da CETIP, com arranjos de Gilson Peranzzetta, depois lançado pela gravadora Biscoito Fino. Neste ano, Nelson Ângelo lançou, pela gravadora Lua Discos, o CD “Mar de mineiro”, com 13 de suas parcerias com Cacaso: “Terra à vista”, “Mar de mineiro”, “A fonte”, “Marinheiro sem mar”, “De uma vez por todas”, “Quando eu vi o mar”, “Dinhêru”, “Dito e feito”, “Pena de paixão”, “Veridiana”, “Na subida da ladeira”, “Profundamente” e “Ave”, esta última, formatada em clip pela Virtual Cinema e Video, com imagens geradas no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

Em 2002 sua composição “Feito semente”, parceria com Marko Andrade e Euclides Amaral, interpretada pela cantora Edir Silva, foi incluída na coletânea “Conexão carioca 3”, produzida por Euclides Amaral, com apresentação do também poeta e letrista Sergio Natureza. Nesse mesmo ano, foi incluída no CD “Duetos”, de Chico Buarque, “Dinheiro em penca”, parceria com Tom Jobim, interpretada por Chico Buarque, Tom Jobim e Miúcha.

Em 2003, Lenine e Francis Hime interpretaram “Corpo feliz” (Francis Hime e Cacaso), no CD “Brasil lua cheia”, disco comemorativo dos 40 anos de carreira de Francis Hime.

Em 2004 Rosa Emília no CD “Baiana da Guanabara” incluiu diversas composições de autoria de Cacaso, entre elas “Ilha”, “Na subida da ladeira”, “Maria é demais”, “Carioca da gema”, “Ave de arribação” e “Cresça e apareça”, todas em parceria com Nelson Angelo. Neste mesmo ano foi finalizado o CD “Sem fim”, produzido por Pedro Landim e Mário Adnet, disco no qual foram incluídas algumas de suas composições que se tornaram sucesso, interpretadas pelos principais artistas da MPB. Neste mesmo ano Fernanda Cunha, no CD “Fernanda Cunha interpreta Johnny Alf e Sueli Costa” incluiu “Cinema antigo”, “Amor, amor” e “As labaredas”, as três em parceria com Sueli Costa.

No ano de 2005 a cantora Daniela Aragão lançou o CD “Daniela Aragão interpreta Sueli Costa e Cacaso” no ‘Projeto Terças” promovido pelo Centro Cultural Pró Música, de Juiz de Fora. No disco a cantora regravou “Agradecer”, “Amor amor”, “As labaredas”, “Cinema antigo”, “Face a face”, “Dona Doninha”, “Dentro de mim mora um anjo”, “Falando sério”, “Poeira e maresia”,  “Falando sério” e “Senhora de si”, todas parcerias de Sueli Costa e Cacaso.

Em 2006 a cantora Paula Santoro regravou “Perfume de cebola” (c/ Filó Machado). Neste mesmo ano foi lançado pela gravadora CPC/UMES o disco “Sobras repletas”, de Maurício Tapajós. No disco póstumo foi incluída, entre as inéditas, a composição “Surdina”, parceria de Maurício e Cacaso feita em homenagem à Clara Nunes e interpretada por Tatiana Parra e Gianluca Littera. Neste mesmo ano Élton Medeiros incluiu “Aurora de paz”, parceria de ambos, na coletânea “Circuito original”, que reuniu artista participantes do projeto homônimo apresentado em bares do Rio de Janeiro.

No ano de 2007 Fafá de Belém regravou “Dentro de mim mora um anjo”, incluída no CD e DVD ao vivo, com lançamento no Canecão. Neste mesmo ano Délcio Carvalho musicou os versos do poema “Passa-passa” e incluiu a composição no disco “Décio – inédito e eterno”. Ainda em 2007 Olívia Byington regravou “Clarão” com versos adicionados e que anteriormente não haviam sido musicados. No ano posteiror, em 2008, Carla Villar regravou “Pedra da lua”, que deu nome ao disco da cantora. Neste mesmo ano Francis Hime,no disco “Álbum musical 2”, convidou o cantor Renato Braz para interpretar a faixa “Grão de milho”, parceria de Francis e Cacaso.

No ano de 2009 a cantora Rosa Emília lançou, pela Lua Music, o CD “Álbum de retrato”, no qual interpretou 13 composições de Cacaso com diversos parceiros, entre elas “Perfume de cebola” (Filó Machado e Cacaso) com participação de Filó Machado; “Fanzendeiro do mar” (Sérgio Santos e Cacaso) com participação de Sérgio Santos ao violão e voz; “Beira rio” (Joyce e Cacaso) com participação de Joyce; “Clarão” (Olívia Byington e Cacaso) com participação de Olívia Byington; “Deixa o barraco rolar” (Nélson Angelo, Rosa Emília e Cacaso) com participação de Nélson Angelo; “Eu te amo” e “Dona Doninha”, ambas de Sueli Costa e Cacaso, com participação de Sueli Costa ao piano; “Cavalo marinho” (Nando Carneiro e Cacaso) com participação de Nando Carneiro ao violão, “Lua de vintém” (Zé Renato e Cacaso) com participação de Zé Renato e “Triste Baía da Guanabara” (Novelli e Cacaso), entre outras. Ainda em 2009 Rosa Emília produziu a série “Cacaso – Música e poesia” apresentada durante o mês de março no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Nos oito shows apresentaram-se vários parceiros musicais de Cacaso, entre os quais Joyce, Edu Lobo, Sueli Costa, Zé Renato, Sérgio Santos, Cláudio Nucci, Nélson Angelo e Rosa Emília, além dos poetas Geraldo Carneiro, Chico Alvim, Carlito Azevedo e Ulisses Tavares. Neste mesmo ano de 2009 a cantora e compositora Joyce Moreno no CD “Slow Music” regravou “Amor, amor”,de Sueli Costa e Cacaso. NO ano seguinte, em 2010, foi montado o espetáculo “Homenagem a Cacaso”, com Rosa Emília (voz), Sueli Costa (piano e voz), Sérgio Santos (violão e voz) e Pedro Lage (poesias). O show, com produção de Clara Sandroni, foi apresentado no Casarão de Austregésilo de Athayde, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio de Janeiro e no repertório foram incluídas “Face a face” (Sueli Costa e Cacaso), “Sem fim” (Novelli e Cacaso) e “Triste Baía da Guanabara” (Novelli e Cacaso), “Angu de caroço” (Edu Lobo e Cacaso) e “Tristorosa” (Villa-Lobos e Cacaso), além de inéditas do poeta com diversos parceiros musicais. A homenagem contou também com exposição de fotos, desenhos, livros e CDs do poeta. Ainda em 2010 a cantora paulista Vânia Bastos incluiu “Gingado dobrado” (c/ Edu Lobo) no disco “Na boca do Lobo – A Música de Edu Lobo”, faixa na qual contou com a participação especial de Edu Lobo. Neste mesmo ano a dupla Zé Renato e Renato Braz regravou “Sem fim” (Novelli e Cacaso) no CD “Papo de passarim”. Também em 2010 Edu Lobo, no CD “Tantas marés”, regravou “Angu de Caroço”, parceria de ambos.

No ano de 2012 sua composição “Feito semente” (c/ Marko Andrade e Euclides Amaral), interpretada pela cantora Edir Silva, foi incluída no CD “Quintal Brasil – Poemas, Letras & Convidados”, do poeta e letrista Euclides Amaral, lançado pelo Selo Musical Ipê Mundi Records, da Noruega. No ano posterior, em 2013, a cantora e poeta Rosa Emília apresentou o espetáculo “Cacaso – Amigos e parceiros”, leitura de versos e show na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, em Salvador. Ainda em 2013 a TV Brasil exibiu o especial “Eles Cantam Cacaso”, com os intérpretes Sérgio Santos, Paula Santoro, Rosa Emilia e Cláudio Nucci, acompanhados pelos instrumentistas André Mehmari, Silvio D’Amico e Marco Suzano.

No ano de 2015 o diretor José Joaquim Salles (Cafeína Produções) dava prosseguimento à filmagem de um documentário em longa-metragem sobre a vida e a obra do poeta, filme no qual entrevistara vários poetas, parceiros, críticos literários, cineastas, intelectuais, artistas e amigos, entre os quais Chico Alvin, Geraldo Carneiro, Chacal, Luis Olavo Fontes, Charles, Heloísa Buarque de Hollanda, Joyce, Sueli Costa, Edu Lobo, Djavan, Novelli, Nélson Ângelo, Walter Carvalho, entre outros.

No ano de 2016 o “21º Festival Internacional de Documentários – É Tudo Verdade”, levado às telas do Espaço Itaú, Instituto Moreira Sales e Espaço Cultural BNDES, todos no Rio de Janeiro, exibiu o filme “Cacaso Na Corda Bamba”, de José Sales e PH Souza, que segundo seus diretores:

 

“É um filme biográfico, sim, foi uma decisão que tomamos, por ser um personagem que ainda precisa ser mais conhecido pelo público em geral, apesar de ter morrido fazendo música com Tom Jobim”.

 

Entre seus intérpretes constam Pery Ribeiro em “Nó cego” (c/ Toquinho), Emílio Santiago em “Angu de caroço” (c/ Edu Lobo) e Maria Bethânia em “Morena de endoidecer” (c/ Djavan), Elis Regina em “Meio termo” (c/ Lourenço Baeta), além de Chico Buarque e Tom Jobim em “Dinheiro em penca”, parceria do poeta com Tom Jobim.

De suas mais de 220 músicas gravadas, e muitas inéditas, figuram parcerias suas com Egberto Gismonti, Miúcha, Sérgio Santos, Eduardo Gudin, Jorge Simas, João Donato, Filó Machado, Jards Macalé, Sivuca, Maurício Maestro, Claudio Nucci, Hermínio Bello de Carvalho, Dulce Nunes, Pedro Landim, Carlinhos Vergueiro, Novelli e João Bosco.

 

 

Obra
  • • 1x1 (c/ Toquinho)
  • • A casa (c/ Dulce Nunes)
  • • A fonte (c/ Nelson Angelo)
  • • A fonte da vida (c/ Zé Renato)
  • • A madrasta (c/ Novelli)
  • • Agradecer (c/ Sueli Costa)
  • • Alma
  • • Alma penada (c/ Jards Macalé)
  • • Amambaí
  • • Amor, amor (c/ Sueli Costa)
  • • Andorinha (c/ Novelli)
  • • Angu de caroço (c/ Edu Lobo)
  • • Antonio Conselho (A guerra de canudos)
  • • Apesar (c/ Miúcha)
  • • Árvore mágica (c/ Rosa Emília)
  • • As coisas (c/ Cláudio Nucci e Pedro Landim)
  • • As labaredas (c/ Sueli Costa)
  • • Assim assado (c/ Maurício Tapajós)
  • • Até então (c/ David Tygel)
  • • Aurora de paz (c/ Elton Medeiros)
  • • Ave (c/ Nélson Angelo)
  • • Ave de arribação (c/ Nelson Angelo)
  • • Azul
  • • Baião de jeito (c/ Francis Hime)
  • • Barra do dia (c/ Nelson Angelo)
  • • Beira rio (c/ Joyce)
  • • Belos Horizontes (c/ Nelson Angelo)
  • • Boato
  • • Boca de cereja (c/ Nelson Angelo)
  • • Boitatá (c/ Cláudio Nucci)
  • • Bonito (c/ Nelson Angelo)
  • • Branca Dias (c/ Edu Lobo)
  • • Brincadeira (c/ João Donato)
  • • Cabelo pixaim (c/ Francis Hime)
  • • Canção do desamor demais (c/ João Donato)
  • • Canudos (c/ Edu Lobo)
  • • Capineiro (c/ Novelli)
  • • Carioca da gema (c/ Nelson Angelo)
  • • Carro de boi (c/ Maurício Tapajós)
  • • Cartão-postal (c/ David Tygel)
  • • Casa de morar (c/ Cláudio Nucci)
  • • Cavalo do cão (c/ Filó Machado)
  • • Cavalo-marinho (c/ Nando Carneiro)
  • • Cena breve (c/ Edu Lobo)
  • • Certo ponto
  • • Chão preto (c/ Claudio Nucci)
  • • Chega de tarde (c/ Danilo Caymmi)
  • • Ciclo do céu (c/ Nelson Angelo)
  • • Cinema antigo (c/ Sueli Costa)
  • • Clarão (c/ Olívia Byington)
  • • Cláudia (c/ Eduardo Gudin)
  • • Coco
  • • Conta redonda (c/ Nelson Angelo)
  • • Coração noturno (c/ Edu Lobo)
  • • Corpo feliz (c/ Francis Hime)
  • • Cresça e apareça (c/ Nelson Angelo)
  • • Das Dores (c/ Zé Renato)
  • • De uma vez por todas (c/ Nelson Angelo)
  • • Deixa o barraco rolar (c/ Rosa Emília e Nelson Angelo)
  • • Dentro de mim mora um anjo (c/ Sueli Costa)
  • • Descompassado (c/ Edu Lobo)
  • • Desencontro marcado (c/ Novelli)
  • • Dia de festa (c/ Nelson Angelo)
  • • Dia do Juízo (c/ Claudio Nucci)
  • • Dia dos pais (c/ Sidney Matos e Lourenço Baeta)
  • • Dia Santo (c/ Nelson Angelo)
  • • Dinheiro em penca (c/ Tom Jobim)
  • • Dinhêru (c/ Nelson Angelo)
  • • Dito e feito (c/ Nelson Angelo)
  • • Dona Doninha (c/ Sueli Costa)
  • • Dono do lugar (c/ Edu Lobo)
  • • Dueto (c/ Nelson Angelo)
  • • E se porém fosse portanto (c/ Francis Hime)
  • • E vamos nós, e vamos mais (c/ Elton Medeiros e Maurício Tapajós)
  • • Elas por elas (c/ Francis Hime)
  • • Escravo de Jó (c/ Fernando Leporace)
  • • Espelho do riacho
  • • Eu te amo (c/ Sueli Costa)
  • • Eu vi o mar virar sertão (c/ Sivuca)
  • • Face a face (c/ Sueli Costa)
  • • Falando de cadeira (c/ Maurício Tapajós)
  • • Falando sério (c/ Sueli Costa)
  • • Fazendeiro do mar (c/ Sérgio Santos)
  • • Feira livre (c/ Cláudio Nucci)
  • • Feito mistério (c/ Lourenço Baeta)
  • • Feito semente (c/ Marko Andrade e Euclides Amaral)
  • • Festa no céu (c/ Lourenço Baeta)
  • • Filho da mãe (c/ Nelson Angelo)
  • • Fio da meada (c/ Francis Hime)
  • • Flauta de lata (c/ Sueli Costa)
  • • Flor de laranjeira (c/ Francis Hime)
  • • Flor do mal (c/ Maurício Maestro)
  • • Fogo de palha (c/ Novelli)
  • • Foi milagre (c/ Maurício Tapajós)
  • • Fonte da saudade (c/ Nelson Angelo)
  • • Francamente (A razão me diz que não) (c/ Toquinho)
  • • Frevinho (c/ Nelson Angelo)
  • • Garanhauns (c/ Novelli)
  • • Gente séria (c/ Joyce)
  • • Gingado (c/ Edu Lobo)
  • • Gingado dobrado nordestino (c/ Edu Lobo)
  • • Golpe de ar (c/ Novelli)
  • • Grão de milho (c/ Francis Hime)
  • • Helena (c/ Claudio Nucci)
  • • Hora e lugar (c/ Francis Hime)
  • • Ilha (c/ Nelson Angelo)
  • • Ilha rasa (c/ Edu Lobo)
  • • Jangada (c/ Maurício Tapajós)
  • • Jura (c/ Nelson Angelo)
  • • Jura tirana (c/ Lourenço Baeta)
  • • Ladainha (c/ Novelli)
  • • Lambada de serpente (c/ Djavan)
  • • Laranja azeda (c/ Novelli)
  • • Lembrança boa (c/ Lourenço Baeta)
  • • Lero-lero (c/ Edu Lobo)
  • • Liberdade (c/ João Bosco)
  • • Língua de trapo (c/ Francis Hime)
  • • Lua de vintém (c/ Zé Renato)
  • • Luar do Japão (c/ Francis Hime)
  • • Luta danada (c/ Maurício Tapajós)
  • • Mais de um (c/ Eduardo Gudin)
  • • Mais um acalanto (c/ Nelson Angelo)
  • • Manhã no planeta (c/ Nelson Angelo)
  • • Mar de mineiro (trechos musicados por Cláudio Nucci)
  • • Mar de mineiro (c/ trechos musicados por Nelson Angelo)
  • • Marcha regresso (c/ Elton Medeiros e Maurício Tapajós)
  • • Maria é demais (c/ Nelson Angelo)
  • • Maria Luíza (c/ Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho)
  • • Marina morena (c/ Francis Hime)
  • • Marinheiro sem mar (c/ Nelson Angelo)
  • • Me beija (c/ Nelson Angelo)
  • • Me dá a mão (c/ Cláudio Nucci)
  • • Me dá a mão (Francis Hime)
  • • Meio demais (c/ Francis Hime)
  • • Meio-termo (c/ Lourenço Baeta)
  • • Melhor de três (c/ Cláudio Nucci)
  • • Menininha da mata do além (c/ Glorinha Gadelha)
  • • Meu avô (c/ Sueli Costa)
  • • Meu carnaval (c/ Elton Medeiros)
  • • Meu pai (c/ Dulce Nunes)
  • • Minas Goiás (c/ Francis Hime)
  • • Mineiro pau (c/ Nelson Angelo)
  • • Modinha (c/ Maurício Tapajós e Hermínio Bello de Carvalho)
  • • Moonstone (c/ Toninho Horta)
  • • Morena de endoidecer (c/ Djavan)
  • • Muito prazer (c/ Nelson Angelo)
  • • Na maior solidão (c/ Nelson Angelo)
  • • Na minha casa (c/ Cláudio Nucci)
  • • Na subida da ladeira (c/ Nelson Angelo)
  • • Namorada
  • • Não adianta não (c/ Maurício Tapajós)
  • • Natureza (c/ Nelson Angelo)
  • • Nó cego (c/ Toquinho)
  • • No vai da valsa (c/ Nelson Angelo)
  • • Noite branca (c/ Francis Hime)
  • • O Dia do Juízo (c/ Sueli Costa)
  • • O dono do lugar (c/ Edu Lobo)
  • • O fazendeiro do mar (c/ Miúcha)
  • • O fio da meada (c/ Francis Hime)
  • • O que é do homem (c/ Nelson Angelo)
  • • O que será que serei (c/ Nelson Angelo)
  • • Óh, Minas Gerais (c/ Cláudio Nucci)
  • • Onde esse rio me leva (c/ Nelson Angelo)
  • • Ossos do ofício (c/ Nelson Angelo)
  • • Passa-passa (c/ Délcio Carvalho)
  • • Patuscada (c/ Francis Hime)
  • • Pau a pau (c/ Nelson Angelo)
  • • Pedra de lua (c/ Toninho Horta)
  • • Pena de paixão (c/ Nelson Angelo)
  • • Perfume de cebola (c/ Filó Machado)
  • • Poeira e maresia (c/ Sueli Costa)
  • • Profunda solidão (c/ Novelli)
  • • Profundamente (c/ Nelson Angelo)
  • • Quando eu vi o mar (c/ Nelson Angelo)
  • • Quase sempre (c/ Edu Lobo)
  • • Que bonito (c/ Nelson Angelo)
  • • Refém (c/ Carlinhos Vergueiro)
  • • Resto de lembrança (c/ Novelli)
  • • Ribeirinho (c/ Francis Hime)
  • • Rio vermelho (c/ Francis Hime)
  • • Rua do Comércio (c/ Joyce)
  • • Sanha na mandinga (c/ Edu Lobo)
  • • Santa Clara (c/ Cláudio Nucci)
  • • Santa Marina (c/ Lourenço Baeta)
  • • Se porém fosse portanto (c/ Francis Hime)
  • • Segunda-mão (c/ Toquinho)
  • • Sem fim (c/ Novelli)
  • • Senhora de si (c/ Sueli Costa)
  • • Senhorita (c/ Novelli)
  • • Ser cativo (c/ Novelli)
  • • Seresta (c/ Nelson Angelo)
  • • Sete preto (trechos musicados por João Donato)
  • • Sete preto (trechos musicados por Novelli)
  • • Sete preto (trechos musicados por Sivuca)
  • • Sete preto (trechos musicados por Filó)
  • • Só você vendo morena (c/ Jards Macalé)
  • • Sonho de menino (c/ Edu Lobo)
  • • Surdina (c/ Maurício Tapajós)
  • • Táxi (c/ Nelson Angelo, Inédita)
  • • Teia de aranha (c/ Novelli)
  • • Tema (c/ Nelson Angelo)
  • • Tema do editor (c/ Nelson Angelo)
  • • Tempo bravo (c/ Maurício Tapajós)
  • • Terceiro amor (c/ Francis Hime)
  • • Terra à vista (c/ Nelson Angelo)
  • • Tira o peixe do mar (c/ Maurício Tapajós)
  • • Toada (c/ Edu Lobo)
  • • Toca sanfoneiro (c/ Zé Renato e Luisão Paiva)
  • • Triste Baía da Guanabara (c/ Novelli)
  • • Tristorosa (c/ Epaminondas Villalba – psedônimo de Villa -Lobos)
  • • Ultraleve (c/ Jaques Morelenbaum)
  • • Um bocadinho (c/ Novelli)
  • • Um canto de trabalho (c/ Nelson Angelo)
  • • Uma vez um caso (c/ Edu Lobo)
  • • Valsa (c/ Claudio Nucci)
  • • Valsinha (c/ Eduardo Gudin)
  • • Verde (c/ Rosa Emília)
  • • Veridiana (c/ Nelson Angelo)
  • • Vim sambar (c/ João Bosco e Aldir Blanc)
  • • Volta ao mundo (c/ Zé Renato)
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