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Edmundo Villani Côrtez

Edmundo Villani Côrtez

Instrumentista, Compositor, Arranjador, Regente Natural de Juiz de Fora Nasceu em 8 de novembro de 1930 Gênero musical: outro
Biografia

Seu interesse pela música começou com o violão, que aprendeu de maneira intuitiva, iniciando seus estudos formais em música aos 17 anos. Formou-se em piano pelo Conservatório Brasileiro de Música em 1954. Sua atuação é intensa, tanto na área da música de concerto, como na de música popular. Lecionou na Academia Paulista de Música e no Instituto de Artes da UNESP. Em 1988, concluiu Mestrado de Composição na Escola de Música da UFRJ.

Dados Artistícos

Iniciou sua carreira profissional tocando piano na Orquestra Tamoio, do maestro Cipó, no Rio de Janeiro. Em 1965, integrou a orquestra de Luís Arruda Paes, com a qual atuou até 1967. Desenvolveu intensa atividade como arranjador.

Na década de 1960, trabalhou em gravadoras e em emissoras de TV, chegando a escrever mais de 600 arranjos para as orquestras da TV Tupi e TV Globo, do Rio de Janeiro.

Acompanhou a cantora Maysa e o cantor Altemar Dutra em excursões ao exterior.

Em 1968, fez arranjos e composições para o filme “O matador”, de Amaro César e Egídio Ézio.

Nos anos 1970, trabalhou como arranjador na TV Tupi de São Paulo, realizando mais de mil orquestrações para músicas de vários gêneros.

Em 1978, venceu o Concurso Noneto de Munique, Alemanha.

Em 1986, obteve o primeiro lugar no Concurso de Composição da Editora Cultura Musical, com uma peça para violão intitulada “Choro pretensioso”.

Em 1990 e 1991, foi regente da Oquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo.

Recebeu dois prêmios APCA, o primeiro em 1990, com a peça vocal “Ciclo Cecília Meirelles”, e o segundo em 1995, com “Postais paulistanos”.

Compôs várias obras de música orquestral, de câmara, de música instrumental e vocal, além de música eletroacústica.

Algumas de suas obras podem ser ouvidas nos CDs “Música brasileira para canto e piano” (1996, Rio Arte) e “Estados d’Alma” (1997, Sony).

Bibliografia

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