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Marina Machado

Marina Machado

Cantor Natural de Belo Horizonte Nasceu em Gênero musical: Música popular brasileira
Biografia

Cantora.

Dados Artistícos

Iniciou a carreira profissional na década de 1990, participando dos musicais “Na Onda do Rádio” (1991) e “Hollywood Bananas” (1993), encenados em Belo Horizonte, sob a direção de Eid Ribeiro.

Entre 1992 e 1995, integrou, juntamente com Podé e Maurinho Nastácia (hoje vocalistas da banda Tia Nastácia), o trio Zoombeedoo.

Em 1995, estreou, com Regina Spósito, o show “Hebraico”, interpretando músicas em hebraico e iídiche. O espetáculo gerou o CD “Desoriente um país”, lançado em 1998.

No ano seguinte, concebeu e atuou, ao lado de Regina Spósito, no espetáculo “O homem da gravata florida”, dirigido por Chico Pelúcio, do Grupo Galpão, em cartaz, durante três anos, em ruas e parques de várias cidades.

Em 1997, lançou, com Flávio Henrique, o CD “Flávio Henrique e Marina Machado”.

No ano seguinte, representou o Brasil no Festival “Romerias del Mayo”, em Cuba.

Participou, em 1999, de um show realizado por Hermeto Pascoal no Palácio das Artes (BH) e de algumas apresentações da turnê do disco “Crooner”, de Milton Nascimento, ao lado de quem atuou em shows no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, interior de Minas Gerais, São Paulo e Salvador. Ainda nesse ano, lançou, com Regina Spósito e Mauricio Tizumba, o espetáculo “O homem que sabia português”, de Tim Rescala, com direção de Chico Pelúzio. Ainda em 1999, gravou seu primeiro disco solo, “Baile das pulgas”, com direção musical de Flávio Henrique e Chico Amaral. O disco contou com a participação de John (Pato Fu), Lô Borges, Haroldo Ferreti (Skank), Juarez Moreira e Tizumba. Por esse trabalho, foi contemplada com o Troféu Pró-Música, na categoria Melhor CD gravado em 1999 em Minas Gerais. Fez turnê de shows pelo país.

Em 2000, ao lado de Flávio Henrique e do Grupo Amaranto, chegou ao quarto lugar do Prêmio Visa, em São Paulo. A parceria com Flávio Henrique e o Grupo Amaranto gerou o CD “Aos Olhos de Guignard”, lançado em 2001. Produziu o CD-demo “Candombe da Serra do Cipó”, contendo músicas de raízes afro-brasileiras da comunidade negra do Açude. Os registros da cantora renderam ao candombe (considerada a mais ancestral das manifestações afro-mineiras) sua inclusão na “Cartografia Musical Brasileira” (Itaú Cultural), trabalho coordenado por Hemano Vianna e Benjamim Taubkin.

Participou também de CDs de outros artistas, como Tavinho Moura (“Cruzada”/2001), Armatrux (“Liliputz”/2001, ao lado do Skank), Telo Borges (“O poder mágico”/2002), Flávio Henrique e

Chico Amaral (“Livramento”/2002) e Omeriah (“Da cabeça aos pés”/2003, no qual gravou uma versão reggae para “Amor de índio”, de Ronaldo Bastos e Beto Guedes.

Atuou ao lado de Lô Borges, na gravação do especial do compositor para a Direct TV, que gerou o primeiro DVD de sua carreira, em 2001, e em show realizado no Sesc-Pompéia (SP), no ano seguinte.

Em 2002, foi novamente contemplada com o Troféu Pró-Música, na categoria Melhor Cantora de Minas Gerais. Nesse mesmo ano, lançou o CD “Marina 6 horas da tarde” e iniciou turnê de lançamento do disco. Também em 2002, gravou quatro faixas no CD “Pietá”, de Milton Nascimento: “Casa aberta” (Chico Amaral e Flávio Henrique), “Imagem e semelhança” (Kiko Continentino, Milton Nascimento e Bena Lobo), “Pietá” (Chico Amaral e Milton Nascimento) e “Vozes do vento” (Kiko Continentino e Milton Nascimento), essa última ao lado de Simone Guimarães e Maria Rita.

Em 2003, participou da turnê de shows de “Pietá” pelo país. Ainda nesse ano, foi indicada ao Prêmio Rival BR de Música, na categoria Revelação da Música Brasileira, ao lado de Fernanda Porto e Tereza Cristina.

Em 2008, lançou o CD “Tempo quente”, que contou com a participação de Milton Nascimento (em “Discovery”, de Lula Queiroga), Seu Jorge (em “Otimismo”, de Célio José e Marisa dos Santos) e Samuel Rosa (em “Grilos”, de Roberto e Erasmo Carlos). Também no repertório, “Lília” e “Unencounter”, ambas de Milton Nascimento, “Disco Voador” e “Vagalume”, ambas de Affonsinho, “Assim” (Moreno Veloso), “Candura” (Max de Castro), “Simplesmente” (Samuel Rosa e Chico Amaral), “Seu olhar” (Seu Jorge) e o funk-baião do início dos anos 1980 “A Paraíba não é Chicago” (Marcos Valle, Paulo Sérgio Valle, Laudir de Oliveira e Ware Cetera). Fez show de lançamento do disco no Mistura Fina (RJ).

 

Discografia
  • (1997) Flávio Henrique & Marina Machado • Dubas Música • CD
  • (1998) Desoriente um país • CD
  • (1999) Baile das pulgas • Independente • CD
  • (2000) Aos olhos de Guignard • Via Sonora • CD
  • (2002) Marina 6 horas da tarde • Independente • CD
  • (2003) Pietá • WEA • CD
  • (2008) Tempo quente • Nascimento/EMI • CD
Bibliografia

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