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Acervo em constante construção.
Trio Parada Dura

Trio Parada Dura

Cantor Natural de Corinto Nasceu em Gênero musical: Música sertaneja
Biografia

1ª Formação
Mangabinha
Delmir
Delmon

2a Formação:
Mangabinha
Barrerito
Creone

3a Formação:
Mangabinha
Leone
Leonito

Dados Artistícos

O trio foi criado pelo cantor, compositor e instrumentista Mangabinha em 1973 e contou inicialmente com as participações de Delmir e Delmon. Com essa formação inicial, o trio durou dois anos e lançou três discos pela gravadora Chororó. Em 1975, o trio sofreu alteração em sua formação, com as saídas de Delmir e Delmon, e com as entradas do cantor e violeiro Barrerito e de Creone. No mesmo ano lançaram o LP “Castelo de amor”. Em 1976, lançaram o LP “Mineiro não perde o trem”. Até 1987, o Trio gravou cerca de 10 discos pelas gravadoras Chororó e Copacabana. Nesse período foram sucesso nas vozes do Trio as composições “Bobeou a gente pimba”, “As andorinhas”, “Soca pilão”, “Uma vez por mês” e “Panela velha”, entre outras. Em 1982, o Trio sofreu um acidente de avião que deixou paralítico o componente Barrerito, que acabou por deixar o grupo, sendo substituído pelo irmão Parrerito. Em 1991, lançaram LP pela Chantecler, com destaque para as composições “Palavra de honra”, de Ronaldo Adriano, Benedito Seviero e Rosa Quadros, “Trovão azul”, de Alcino Alves, Rossi e Mangabinha, “Não aceito seu adeus”, de Ronaldo Adriano e Mangabinha, “Tá comigo tá com Deus”, de José Fortuna, Paraíso e Creone e “Filho do sertão”, de Ronaldo Adriano e Mangabinha, entre outros. O grupo permaneceu atuando até 1992, quando se desfez. Em 1997, o Trio retomou as atividades com uma nova formação. Em 1999, lançaram o CD “Trio Parada Dura” pela gravadora Atração Fonográfica, com destaque para as composições “Toda noite eu dava uma”, “Golpe da gemedeira” e a regravação de “As andorinhas”. No mesmo ano, a gravadora EMI lançou dentro da série “Raízes sertanejas” um CD com 20 sucessos do Trio.
Ao longo da carreira, receberam 10 discos de ouro.

Nos anos 2000, houve um litígio judicial entre Mangabinha e os outros dois integrantes, Parrerito e Creone. Ambas as partes reivindicaram o direito de explorar o nome “Trio Parada Dura”, mas Mangabinha ficou com o registro.

Parrerito e Creone registraram, então, ao lado do sanfoneiro Xonadão, o Trio do Brasil.

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Discografia
  • (1975) Castelo de amor • Chororó • LP
  • (1976) Mineiro não perde o trem • Chororó • LP
  • (1977) Casa da avenida • Chororó • LP
  • (1978) Homem de pedra • Chororó • LP
  • (1979) Castelo de amor • Copacabana • LP
  • (1979) Beco sem saída • Copacabana • LP
  • (1980) Busa vermelha • Copacabana • LP
  • (1981) O último adeus • Copacabana • LP
  • (1983) Alto astral • Copacabana • LP
  • (1983) Luz da minha vida • Copacabana • LP
  • (1984) Barco de papel • Copacabana • LP
  • (1985) Perdão, Senhor • Copacabana • LP
  • (1986) Nos braços do povo • Copacabana • LP
  • (1990) Palavra de honra • Chantecler • LP
  • (1990) De ontem para hoje • Copacabana • LP
  • (1991) Trio Parada Dura • Chantecler • LP
  • (1992) Gigante iluminado • Chantecler • LP
  • (1996) As andorinhas • EMI • CD
  • (1997) Não vá embora • Copacabana • CD
  • (1998) Os grandes sucessos do Trio Parada Dura • Copacabana • CD
  • (1999) Sempre • CD
  • (1999) Trio Parada Dura. Raízes sertanejas • EMI • CD
  • (1999) Trio Parada Dura • Atração Fonográfica • CD
  • (2001) Brilhante • CD
  • (2002) Tapete Colorido • CD
  • (2006) Pra Furar o Couro • CD
  • (2008) As 20 mais • CD
  • (2009) 14 novidades • CD
  • (2009) Taça de ouro • CD
Bibliografia

http://dicionariompb.com.br/

http://www.memoriamusical.com.br/

http://www.mis.rj.gov.br/

http://www.discotecapublica.com.br/

https://acervosmusicais.wordpress.com/

http://acervocompositores.art.br/

http://www.violaobrasileiro.com.br/

http://jornalggn.com.br/blogs/laura-macedo

http://www.otempo.com.br/hotsites/concha

http://musicosdobrasil.com.br/dissertacoes.jsf

ALBIN, Ricardo Cravo. MPB: A História de um século. Rio de Janeiro: Funarte, 1997.

AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.

AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.

CABRAL, Sérgio. No tempo de Ary Barroso. Rio de Janeiro: Lumiar, 1993.

CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário Biográfico da música Popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965.

EFEGÊ, Jota. Figuras e coisas da Música Popular Brasileira. Rio de Janeiro: MEC/Funarte, 1978.

EPAMINONDAS, Antônio. Brasil brasileirinho. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro,1982.

História da Música Popular Brasileira. São Paulo: Editora Abril, 1982.

LUNA, Paulo – No compasso da bola. Rio de Janeiro, Irmãos Vitale, 2011.

MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.

MARIZ, Vasco. A canção brasileira. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 2000.

MORAES, Mário de. Recordações de Ary Barroso. Rio de Janeiro: MEC/FUNARTE,1979.

REPPOLHO. Dicionário Ilustrado de Ritmos & Instrumentos de Percussão. Rio de Janeiro: GJS Editora, 2012. 2ª ed. Idem, 2013.

SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume 1. São Paulo: 34, 1997.

TINHORÃO, José Ramos. Música popular – teatro e cinema. Rio de Janeiro: Vozes, 1972.

VASCONCELOS, Ary. Panorama da Música Popular Brasileira. Vol. 2. Rio de Janeiro: Martins, 1965.