Projeto

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Minas é Estado Musical. Belo Horizonte é sonora cidade. Boa parte da música começa aqui. A contribuição dos autores mineiros para a MPB é impressionante; sem ela a história seria bem diferente. Segundo Rui Castro, no livro Chega de Saudade, João Gilberto veio passar o tempo em Diamantina/MG, onde conheceu Pacífico Mascarenhas e com este ouviu discos raros e aprendeu aquele jeito de tocar que deu no que deu. Luiz Gonzaga estudou solfejo em Ouro Fino/MG. Em Juiz de Fora/MG conheceu o músico Dominguinhos Ambrósio, sanfonista mineiro, do qual foi aluno. Simonal quase nasce no sul de Minas. Paulo César Pinheiro, parente de Antônio Dó – bandoleiro famigerado da região de Manga/MG -, ouviu da tia Ciata sobre a origem norte-mineira de Assis Valente. Evandro Ribeiro, diretor da CBS , criador da Jovem Guarda é de Manhumirim/MG. O Pífano já soava nas alterosas antes de tocar o sertão nordestino. Gonzaguinha, depois de misturar sangue com a nativa Louise (Lelete), gerou Mariana. Trabalhou em rádio, fez música para a Lagoa da Pampulha, lutou pelos direitos civis e autorais, e juntou-se de vez à Minas ao ser sepultado aqui. Luiz Carlos Sá é cidadão honorário de BH. Compôs música para Pirapora e para a musa com cheiro mineiro de flor. Dona Stella Caymmi, mineira de Pequeri, junto a Dorival gerou uma das famílias mais musicais do Brasil.

Saudemos os que fizeram e fazem pela música mineira e belorizontina contando a sua história. A Rádio Inconfidência , Brasileiríssima, com a sua programação 100% nacional. Carlos Felipe, Elton Bois, Faruk Salomão, Cristina Lima, Vânia Turci, Malu Praxedes, Alencar Abujanra, Walter Sebastião, Patrícia Cassese, Ana Clara Brant e G. O. Simões, o saudoso Faísca.Lembremos de Claudinei Albertini, criador da Brasileiríssima, Roberto Drumond, Tutti Maravilha e o Bazar, Eduardo Lima e Zé Carlos, ambos da Itatiaia. Oto Sarkis, Eduardo Castor, Wilson Miranda e “Os Melhores do Ano”.

O negócio de show com Gegê Lara, Lúcio e Evandro da Tempo Produções. Shaolim Kadoro, Alessandro AQB, Márcio Ferreira da Quilombo, Jackson Martins, Guilardo e Carlos Alberto de Deus.

Raul Belém Machado é o cara dos cenários e figurinos. Os fotógrafos Cristiano Quintino, Paulo Lacerda, Rogério Franco, Lívia Bastos e Fernando Fiuza registraram boa parte dessa história. O som por conta de Kiki (Dikcson Ataulfo), Murilo, Rodolfo da Som Shine e Maurélio, sempre cover de Raul Seixas. A iluminação com Vivi e Maurício Terra. As capas das bolachas eram confeccionadas por Marcinho Ferreira, Tavinho Bretas, Eduardo Pardal e Gilberto Abreu.

Nos bastidores a presença inesquecível de Sorriso, do Palácio das Artes. O Bar e Cervejaria Brasil, de Tadeu Rodrigues, o Casarão da Mina de Pedro Paulo ,O Fino da Roça, de Newton, o Baiano. O Cabaré Mineiro de Cláudio Rocha e Ramon Fiuza. O Bar e Livraria Status de Rubinho. Points de som e prosa de artistas e admiradores como Hildebrando Pontes e o saudoso Veveco.

No começo dos anos 80 surgem, em Belo Horizonte, os Novos Músicos Mineiros: Ladston e Mara do Nascimento, Celso Adolfo, Marcelo Debrô, Junia Horta, Melão e Lery.  João Carlos Cavalcante e José Augusto Silvestre, Edson Aquino, Ênio e Marcelo, Mister Tubs, Antônio (Mocó) Martins, Sérgio Moreira e Grupo Ingazeiras, Gil da Mata e Grupo Anonimato, João (Ayres) Boamorte, Danilo Horta e Abner do Nascimento, Marcelo Alkimim e Cláudia Cimbleris, Fernando Boca, Zé Neto, Grupo Mambembe (Ricardo Faria, Titane, Miguel e Toninho Camargo). Marcos Bolívar e Cíntia Martins, Flávio Antônio e Haroldo Anunciação. Era a nova geração pós Clube da Esquina.

A turma do Jequitinhonha com Tadeu Martins, Saulo Laranjeira, Paulinho Pedra Azul, Rubinho do Vale, Dércio e Dorothy Marques, Gonzaga Medeiros, Capitão Magela, Arlindo Maciel, Lima Junior, Carlos Farias e Coral das Lavadeiras.

O som da zona sul de BH representado por Eduardo Filizolla e Grupo Muda (Boy, Kaká e Zé Edésio), Cesquatro, Juarez e Celso Moreira. Amaury ( Aranha) Ângelo, Paulinho Carvalho, Sérgio Santos, Jairo Lara e o Ad Canto (Lemão e Gê Lara), Zé Eduardo, Mário Castelo Branco, Alexandre Lopes, Alexandre Az, Amadeu Penzin, Renato Mota, Cláudio Faria, Eldon Moreira, Beto e Wilson Lopes. Eduardo Toledo, Flávio Henrique, Yuri Popoff e Lena Horta. Zé Namen, José Eymard, Geraldo Viana, Fernando Oly, Chico Amaral, Marco Antônio e Alexandre Araújo, Alexandre Sales, Fernando Muzzi, Augusto Rennó, Mauro Rodrigues, Ivan Correia, Léo Pires, Gilvan de Oliveira, Barral Lima, Gilberto (Jiló) Diniz, Eduardo Delgado, Dado Prates, Marcelo Diniz, Maluf, Lincoln Cheib, Marcelo Giran, Hermínio Almeida, Zé Dias, Sérgio Silva, Magrão, Moura, Zeuler Miquelina, Maluf, Lincoln Cheib,  Paulinho Queiroga e Marcelo Faria, Murilo Fonseca, Geraldinho Alvarenga e Flor do Abacate, Caio Gracco e Lombinho com Cachaça. Parara e Veludo Cotelê. Evaldo Robson, Zé da Guiomar, Tatá Spalla, Marcelo Padre, Cadinho Ruas, Pinico, Enzo, Flávio Fontenelle e Naquele Tempo, Quintininho, e o afro-brasileiro Tambolelê.

Os herdeiros do Clube, André Tiso, Tutuca, Clarissa, Marco Elíseo, Rodrigo Borges, Mariana Brant, Ian , Gabriel Guedes e Gabriel Rocha.

Os pianistas Paulo Neme, Mauro Continentino e família, Giácomo Lombardi.  Os compositores Alceu Tunes, Eustáquio Sena e Luiz Cláudio. O
Grupo Pendulun e Banda Brasil C&A, nos bailes da vida.

Os folclóricos Ildeu Lino, Laércio Villar, Vitório, Lúcio (Borracha) Tadeu, Arnaldo Pufpuf, Zara, Pichué, Porquinho, Juninho do Cello, Marquinho Camarão, Otávio Montanha (Studio 108), Paulinho Cash Box, todos músicos talentosos que dão o toque alegre a essa história. O Maluco Raul Couver com sua bicicleta e seu cachorrinho.

As cantoras Carla Vilar, Titi Walter, Vanessa Falabela, Diza Franco, Loslena, Roberta Lombardi, Paula Santoro, Dona Jandira, Elisa Queiroga, Gracinha Horta, Titane, Silvana Malta, Junia Lambert, Quênia Aguiar, Eleny Galvan, Babaia, Preta, Mariana Nunes, Déa Trancoso, Marina Machado, Regina Souza, Ana Cristina. Todas flores sonoras da montanha.

A produção fonográfica de Dirceu Cheib da Bemol e os técnicos Marquinhos, Ricardo Cheib, Peron Rarez, o sempre vigilante Cosme e a gentil Dona Vilma na recepção. Haroldo Mauro (sobrinho do cineasta Humberto), Paulinho e o Maestro Zé Guimarães do Studio HP. Os técnico Divino, Homero e Alexandre.

Malaguth da COTEC e da loja Trem Azul ainda hoje nos provê dos mais raros aos mais atuais discos, livros ou DVDs. Os projetos Sexta Sintonia e Ondas Polifônicas também sob o comando de Malaguth.

O Expresso Melodia . O Projeto Fim de Tarde, na sala Humberto Mauro, sob comando de Zé Eymard. Chico Karan, da Neoplan, Julio (Juleba) Costa Val com o By Bar Brasil.

Em Belo Horizonte, a intensa vida noturna de Walter Gonçalves, Márcio José, Amir Francisco, Helena Pena, Washington, Marilton Borges, Newton Maravilha, Lucinha Bosco e Boscão, Marcelo Drummond e Sanduka, Geraldinho Guitarra, Zitinha, Tony Rei, Bitovinho e família. Nenem(Esdras), Ezequiel Lima, Teleco, Waldir Silva, Chico Cearense, Kim Bundão, Play, Paulinho Horta, Sérgio Oly, Zé Eustáquio, Zé Luiz, Paulão Trombone, Bosquinho, Túlio Silva, Luizinho The Wood Face faziam e ainda fazem a trilha sonora dos românticos e notívagos.

A Orquestra Sinfônica e a Banda da Polícia Militar. O maestro Carlos Eduardo Prates, com quem estudei técnica vocal em breve curso no Palácio das Artes. Tudo junto a compor a música brasileira feita em Minas Gerais.